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| AÇÃO CORRETIVA |
Providência tomada com o objetivo de eliminar as causas de uma não-conformidade, defeito, falha para retificar condições adversas à qualidade e para prevenir sua repetição. Uma ação corretiva deve, no mínimo, tornar aceitável a qualidade do processo, produto, material, item ou serviço, implicando ou não em reparo ou retrabalho. Deve ser sempre documentada com o objetivo de manter histórico da qualidade e, quando aplicável, deve haver procedimento detalhado de quando e de que forma a ação deve ser tomada, com a finalidade de eliminar ou pelo menos reduzir o(s) problema(s) identificado(s). |
| AÇÃO PREVENTIVA |
Ação tomada no sentido de impossibilitar ou ao menos dificultar a ocorrência ou recorrência de um problema devido à mesma causa. Pode referir-se à alteração de um projeto ou processo, revisão de um contrato, especificação, elemento ou item do sistema da qualidade, ou do próprio sistema da qualidade. |
| AFERIÇÃO |
(Metrologia) a) Conjunto de operações que estabelece, em condições específicas, a correspondência entre os valores indicados por um instrumento ou sistema de medição, ou por uma medida materializada e os valores verdadeiros convencionais correspondentes da grandeza medida. b) Comparação de um sistema ou instrumento de medida de exatidão desconhecida com um sistema ou instrumento de medida de exatidão conhecida, a fim de detectar possível variação quanto à especificação de desempenho requerida. c) Nome tradicional reservado à simples operação de verificar a correção de um valor lido ou observado, de um dado experimento. Supõe-se que a verificação seja exata e forneça uma curva ou tabela de correções ou compensação. Trata-se de uma operação de caráter essencialmente passivo, não-corretivo, às vezes confundido com calibração passiva. |
| AMOSTRA |
(Estatística) Parte ou porção representativa de um conjunto ou população, a ser medida, analisada ou ensaiada. (Inspeção) Um ou mais itens, unidades de produto ou serviço, ou uma quantidade de material retirada de um lote, batelada, partida ou processo, com o propósito de inspeção, fornecendo informações que serão utilizadas como base para uma tomada de decisão sobre sua qualidade e/ou a aceitação ou não do lote, batelada, partida ou processo. Uma amostra tem de ser representativa do todo e homogênea, para não vir a constituir um caso isolado. A tomada de uma amostra bem como o seu manuseio requer cuidados especiais para que os resultados não sejam distorcidos. |
| AMOSTRAGEM |
(Estatística) (Inspeção) Processo de escolha de amostra(s) que consiste em seleção criteriosa dos elementos de um lote ou população que serão submetidos a um estudo, análise, inspeção e avaliação, por meio de evidência objetiva. Normalmente é qualificada por uma descrição do tipo de amostragem. É necessário conhecer a distribuição da amostragem para se avaliar sua confiabilidade como um estimador. Quando a distribuição da amostragem for normal, será possível calcular o intervalo de confiança para um parâmetro. |
| AMOSTRAGEM ALEATÓRIA |
(Estatística) Processo de seleção no qual todos os elementos da população (lote, batelada, partida ou processo) são retirados "por sorteio" e que possui as seguintes propriedades: todos os elementos têm igual probabilidade de serem sorteados, em qualquer estágio do processo e incluídos na amostra, e os elementos são independentes uns dos outros. |
| AMOSTRAGEM POR LOTE SALTEADO |
(Estatística) Processo no qual alguns lotes de uma série são aceitos sem inspeção e outros com inspeção parcial. Esse critério de aceitação só é utilizado quando os resultados da amostragem para um número estabelecido de lotes imediatamente precedentes estiverem de acordo com os requisitos estabelecidos. |
| ANÁLISE DE DEFEITOS OU NÃO-CONFORMIDADES |
Análise relativa a materiais, itens, unidades de produto ou serviços defeituosos ou não-conformes com a finalidade de identificar e providenciar ações corretivas e preventivas pertinentes. As principais ferramentas utilizadas em análise de defeitos ou não-conformidades são: correlação, diagrama de dispersão, diagrama de Ishikawa, diagrama de Pareto, distribuição de freqüências, gráficos de controle, gráficos de tendências, histograma e regressão. |
| AUDITORIA DA QUALIDADE |
a) Avaliação planejada, programada e documentada, executada por pessoal independente da área auditada, para determinar, mediante investigação e avaliação de evidência objetiva, o ambiente, a adequação e observância de normas, especificações, procedimentos, instruções, códigos, atividades ou programas administrativos, ou operacionais e outros documentos aplicáveis, bem como a efetividade da implementação dos mesmos e os resultados que estão sendo obtidos. b) Atividade de verificação dirigida para avaliação da qualidade de projeto, processo, produto, serviço ou sistema da qualidade, sendo denominada, respectivamente, auditoria da qualidade de projeto, de processo, de produto, de serviço e de sistema da qualidade. Uma auditoria da qualidade serve como mecanismo de opinião e aperfeiçoamento do sistema da qualidade, e pode ser executada independentemente do desempenho da qualidade. Pode ser realizada tanto externa quanto internamente e, neste último caso, por um nível de staff que não tenha responsabilidade direta pelas áreas auditadas, mas que trabalhe em cooperação com o pessoal relevante. Para o exercício de uma auditoria da qualidade há necessidade de procedimentos e de listas de verificação (Check-list) apropriados. Não deve ser confundida com atividades de avaliação e de inspeção, realizadas com objetivos de controle de processo e avaliação de produtos e serviços. |
| AVALIAÇÃO DA QUALIDADE |
Monitoração ou observação sistemática para verificar a conformidade de itens, produtos, serviços ou atividades às especificações, à adequação ao uso e/ou à satisfação de clientes. Para ser possível controlar, melhorar ou garantir a qualidade é necessário primeiramente avaliá-la. Isso implica na identificação das características e dos requisitos da qualidade. Uma avaliação da qualidade pode ser utilizada para determinar a capabilidade de um fornecedor e o resultado pode ser usado para fins de aprovação, qualificação ou certificação. Concomitantemente, a avaliação da qualidade dá subsídios para identificar tendências e a eficiência de processos, identificarem fontes e causas básicas de defeitos e não-conformidades, propiciando, também, a tomada de ações corretivas e preventivas. |
| AVALIAÇÃO DE FORNECEDOR |
Investigação de um fornecedor, normalmente com o objetivo de determinar sua capacidade e habilidade para cumprir normas, requisitos, procedimentos e instruções de interesse da organização contratante. |
| CALIBRAÇÃO |
((Metrologia) a) Conjunto de operações que estabelece, em condições específicas, a correspondência entre o estímulo e a resposta de um instrumento ou sistema de medição. b) Procedimento metrológico que consiste em ajustar ou retificar um determinado instrumento de medição e/ou ensaio a um padrão aferido, de mesma natureza, rastreado a um padrão reconhecido por órgão oficial, para torná-lo exato (após sua fabricação ou deterioração devido ao uso ou estocagem). Portanto, a exatidão de um instrumento ou sistema de medida pode ser alcançada via calibração. Normalmente, a calibração pode melhorar a exatidão de um instrumento ou sistema pela redução de seu erro. No entanto, normalmente, não consegue torná-lo mais preciso. |
| CERTIFICAÇÃO |
(Metrologia) Expressão numérica ou qualitativa de resultados obtidos em medições. É expedida por instituições especializadas e fornecida normalmente sob a forma de laudos ou certificados. Um certificado tem valor dentro de limitações que devem constar em seu próprio texto e geralmente possui um valor subjetivo, associado ao renome ou prestígio da instituição que o expede. Pode ser utilizado sem restrições, para fins técnicos e/ou jurídicos, desde que confiável. ((Metrologia) (Normalização) a) Ato ou efeito de atestar por escrito a qualificação técnica de uma organização ou de um profissional. b) Atividade de comprovação da qualificação de itens, materiais, produtos, serviços, procedimentos, processos, pessoal ou de sistema da qualidade, no todo ou em parte. A certificação da qualidade necessariamente será executada por entidade especificamente designada para tal (organismo certificador), com base em requisitos previamente estabelecidos e documentados, podendo ou não resultar em emissão de certificados. |
| CERTIFICAÇÃO DA ISO |
Declaração emitida por um organismo de certificação credenciado, que atesta que a empresa solicitante cumpre com os requisitos das normas ISO Série 9000. Trata-se de uma prova pública. Para ser certificada, a organização precisa comprovar que tem um sistema da qualidade implantado e em funcionamento. A comprovação é feita por uma auditoria de certificação conduzida pelo organismo de certificação contratado, via análise da documentação do sistema da qualidade (procedimentos, instruções de trabalho, documentos e registros da qualidade) e as evidências objetivas de sua implementação e funcionamento. Durante a auditoria de certificação, o organismo certificador poderá detectar o não-atendimento a um ou mais dos requisitos exigidos pela norma aplicável. Esse não-atendimento, definido como não-conformidade, é classificado como não-conformidade crítica ou não-crítica. Não-conformidade crítica é um requisito não atendido e evidenciado quanto à existência e uso. Exemplos: inexistência de uma política da qualidade claramente definida e implementada; inexistência de documentação do sistema da qualidade |
| CERTIFICAÇÃO DE CONFORMIDADE |
(Normalização) Ato em que um terceiro demonstra existir garantia adequada de que um produto, serviço ou processo devidamente identificado está em conformidade com uma norma ou outro documento normativo especificado. |
CERTIFICAÇÃO DE
EQUIPAMENTO |
(Metrologia) Aprovação conferida a equipamentos de medição e testes, após exame do histórico do desempenho que comprove compatibilidade no sistema com outros equipamentos e dispositivos e, quando aferido de acordo com as especificações, seja exato e capaz de atender às funções pretendidas. |
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CERTIFICAÇÃO DE
PROCESSO
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(Metrologia) Aprovação conferida a processo de produção, depois de um exame do histórico do desempenho que comprove compatibilidade no sistema com outros processos (anteriores e posteriores) e seja capaz de atender as especificações do produto ou serviço produzido. |
| CONFIABILIDADE |
(Confiabilidade) Habilidade de um sistema, instalação, equipamento, dispositivo, produto ou serviço desempenhar suas funções satisfatoriamente, de acordo com determinadas especificações, num dado intervalo de tempo, sob condições preestabelecidas. Quantitativamente, confiabilidade é a probabilidade de sucesso. |
| CONFORMIDADE |
a) Estado de concordância entre a real qualidade e a qualidade planejada. b) Cumprimento total por um material, item, produto, serviço, processo ou sistema de exigências da qualidade. c) Julgamento ou indicação afirmativa de que um produto ou serviço atende aos requisitos de especificação, contrato, regulamentação ou acordo firmado. Observação: os termos em inglês "conformance" e "compliance" têm sentidos diferentes. O primeiro se refere à fabricação de produtos ou prestação de serviços, enquanto o segundo a entrega de itens estabelecidos em contrato. |
| CONFORMIDADE À ESPECIFICAÇÃO |
Fornecimento ou produção de materiais, itens ou produtos, ou prestação de serviços que atendam às especificações. |
| DADOS QUALITATIVOS |
(Estatística) Dados que identificam um item com relação a algum limite, mas não atribui valor (es) à(s) característica(s) de requisitos deste item. |
| DADOS QUANTITATIVOS |
(Estatística) (Metrologia) Dados resultantes de medições os quais apresentam valores das características em referência. |
| FORNECEDOR APROVADO |
Companhia que esteja operando e controlando um sistema avaliado e aprovado de controle efetivo, sob uma estrutura de controle gerencial definida e documentada, propiciando, assim, a garantia de que materiais, itens, produtos e serviços serão produzidos e entregues totalmente de acordo com uma norma, especificação ou contrato. |
FORNECEDOR
ASSEGURADO |
Condição do fornecedor cujo objeto de fornecimento - material, item, produto ou serviço - tenha superado o processo de qualificação, estando apto a ser recebido pelo comprador mediante certificação de ensaios limitados pelo fornecedor, sendo dispensada a inspeção de recebimento. |
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FORNECEDOR
CERTIFICADO
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Fornecedor que recebe atestado de certificação.como resultado de ser capaz e de efetivamente atender ou exceder consistentemente aos requisitos da qualidade solicitados por uma empresa ou grupo de empresas-clientes. |
FORNECEDOR
HOMOLOGADO |
Condição do fornecedor que tenha sido submetido aos processos de avaliação da qualidade e comercial, e cujo objeto de fornecimento - material, item, produto ou serviço - tenha superado o estágio de avaliação técnica, estando apto para ser empregado em produção restrita para cliente. |
| INSPEÇÃO |
a) Comparação de qualquer característica da qualidade de um material, item, instrumento, processo ou unidade de produto ou serviço com uma especificação. b) Atividades de controle da qualidade do tipo exame, medição ou ensaio que verificam a conformidade de itens, produtos ou serviços com requisitos especificados. c) Avaliação da qualidade de alguma característica relacionada a um padrão. O padrão para a característica pode ser uma descrição, um desenho, uma amostra, uma fotografia etc. |
| INSPEÇÃO CEM POR CENTO |
Inspeção de todos os itens, unidades de produto ou serviço de um lote ou batelada, onde cada elemento é aceito ou rejeitado, individualmente, quanto à determinada(s) característica(s) da qualidade. A inspeção cem por cento não pode ser aplicada para os casos em que são exigidos ensaios destrutivos e não deve ser utilizada quando são exigidos ensaios muito caros. |
| INSPEÇÃO DE DEPURAÇÃO |
Inspeção completa (100%) de uma quantidade de material, batelada, lote ou população de unidades de um produto ou serviço para uma ou mais características especificadas, e rejeição e remoção de todos os itens ou porções de material encontrados defeituosos ou não conformes. |
| INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO |
Inspeção de item, material, produto ou serviço (quando aplicável) no estado e no estágio de recebimento, realizado pelo cliente ou seu representante legal. |
| INSPEÇÃO FINAL |
Ensaio ou exame de um componente em ensaio de vida contra requisitos de ponto final, após o componente ter sido submetido à solicitação do ensaio de vida. |
INSPEÇÃO POR
AMOSTRAGEM |
(Estatística) a) Inspeção de material, item, produto ou serviço usando amostras. b) Inspeção na qual são analisadas uma ou mais características da qualidade de uma amostra aleatória representativa do lote ou população de itens, unidades de produto ou serviço ou quantidade de material, inferindo-se, com bases estatísticas, sobre a (s) característica (s) da qualidade de todo o lote ou população. É a forma mais econômica e rápida de determinação da qualidade. Quando se utiliza a inspeção por amostragem, sempre existe uma probabilidade de rejeitar materiais, produtos ou serviços considerados de boa qualidade e uma probabilidade de aceitar aqueles considerados de má. |
INSPEÇÃO POR
ATRIBUTOS |
Inspeção na qual uma ou mais características (ou atributos) da qualidade são analisadas (sem medição) e o evento, unidade de produto ou serviço correspondente, parte do lote, batelada ou população é classificada simplesmente como em conformidade ou não, defeituosa ou não (ou o número de não-conformidades ou defeitos é contado) em relação a um dado requisito ou conjunto de requisitos, e suas freqüências são contadas. Esta informação é usada como base para se decidir sobre a aceitação ou não de um lote, batelada ou população. Para amostragem de aceitação, uma das medidas de atributos mais utilizadas é o percentual de unidades defeituosas ou não conformes. Os resultados de uma inspeção por atributos são apresentados na forma de "passa ou não passa", "correto ou incorreto", "adequado ou não adequado", "dentro ou fora dos limites de especificação", "dentro ou fora dos limites de controle" etc. |
INSPEÇÃO POR
VARIÁVEIS |
Inspeção pela quais certas características da qualidade de cada unidade de produto ou serviço, amostra, batelada, lote ou população são medidas e avaliadas com relação a uma escala numérica e expressas como pontos ao longo dessa escala. A distribuição desses pontos, como estabelecido por medidas de sua tendência central e dispersão, é comparada aos requisitos especificados para se determinar o grau de conformidade dessas características. |
| ISO |
ISO, ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, não é um acrônimo (ou seja, não é um substantivo cuja origem é uma sigla, mas que se pronuncia como uma palavra-prefixo-comum), é um prefixo derivado da palavra grega "ISOS" que significa "igual", e esta é a raiz da palavra. A sigla ISO é usada em todo o mundo para denotar a International Organization for Standardization, desta forma evitando-se uma abundância de acrônimos resultantes das traduções para diferentes línguas: IOS em inglês, OIN em francês (Organization Internationale de Normalisation) e em português etc. Portanto, para todos os países, o prefixo ISO passou a ser também a sigla da Organização. (Normal.) Criada em 1946 por 25 países, entre desenvolvidos e em desenvolvimento - inclusive o Brasil - a ISO é sediada em Genebra, na Suíça. Apareceu como um desdobramento do International Electrotechnical Committee (IEC), fundado em 1910, para criar normas técnicas destinadas a compatibilizar os interesses entre clientes e fornecedores e subsidiar contratos comerciais. A ISO é uma Organização não governamental e, diferentemente do que registram alguns livros, não é parte integrante da Organização das Nações Unidas - ONU. Seus membros, representantes de 113 países, não fazem parte de delegações governamentais, mas de organizações ou institutos nacionais de normalização. Todas as normas desenvolvidas pela ISO têm caráter de aplicação voluntária pelos seus membros - a ISO não tem poder de legislação ou regulamentação; apesar disso, o fato de elas serem desenvolvidas em resposta a uma demanda e serem baseadas em consenso entre as partes interessadas garante o seu uso difundido. Não faz parte da missão da ISO verificar se as normas por ela publicadas estão sendo implantadas e implementadas por seus usuários - isto é feito por fornecedores e seus clientes do setor privado e por organização de normalização quando as normas passam a ser incorporadas em legislação de algum país. Existem muitas organizações de auditoria em qualidade e laboratórios que oferecem serviços independentes nessa área (conhecidos como "terceira parte"). A ISO, contudo, não tem autoridade para controlar essas atividades. |
| ISO 9001 |
(Normalização) Série de normas internacionais que tratam da gestão e garantia da qualidade que têm sido adotadas em mais de setenta países e que estão sendo implementadas por milhares de fabricantes de produtos e prestadores de serviços dos setores público e privado. A ISO 9000 foi criada em 1979 com a missão de unificar em uma série de normas as normas nacionais e multinacionais existentes na área de sistemas da qualidade para uso militar, nuclear, industrial e comercial. Em 1987, foram oficialmente publicadas as Normas ISO Série 9000 em nível mundial e, em 1990, no Brasil. Atualmente, esta em vigor a ISO 9001:2008 recém lançada. |
| MANUAL DA QUALIDADE |
Documento que descreve o sistema da qualidade de uma organização, especificando a política, diretrizes, atribuições, responsabilidades e procedimentos adotados para a execução de todas as atividades que possam vir a influenciar a qualidade, bem como as formas de controle. É o principal documento utilizado na concepção e implementação de um sistema da qualidade, servindo também como referência permanente para a implementação e manutenção desse sistema. Em grandes empresas, a documentação relativa ao sistema da qualidade pode tomar várias formas, como por exemplo: um manual da qualidade global, manuais setoriais da qualidade e manuais da qualidade específicos (projeto, engenharia do produto, aquisição, instruções de trabalho, um produto/serviço, todas as linhas de produto/serviço, facilidades etc.). Para estes casos, deve-se qualificá-lo especificamente: manual da qualidade do projeto, manual da qualidade do produto etc. Devem ser estabelecidos métodos para se efetuar alterações, modificações, revisões ou adições no conteúdo do manual da qualidade. É praxe o presidente ou o principal executivo da organização aprovar e assinar a política da qualidade contida no manual da qualidade. |
MANUAL DE
PROCEDIMENTOS |
Documento que particulariza a política, as diretrizes, métodos e atividades citadas no Manual da Qualidade (MQ). |
| METROLOGIA |
(Metrologia) a) Ciência que se ocupa do estudo, definição e padronização de todos os meios de medição. b) Campo de conhecimentos relativos aos aspectos teóricos e práticos das medições, qualquer que seja seu nível de exatidão e em quaisquer campos da ciência ou tecnologia. |
| NORMALIZAÇÃO |
a) Processo de estabelecer e aplicar regras para abordar ordenadamente uma atividade específica para o benefício e com a participação de todos os interessados e, em particular, para promover a otimização da economia, levando em consideração as condições funcionais e as exigências de segurança e meio ambiente. b) Unificação e simplificação de tipos de bens e serviços destinados a diminuir o seu número e a especificar suas características da qualidade. c) Conjunto de normas relativas à fabricação, manutenção, operação, prestação de serviços, dados técnicos relativos à apresentação de documentos etc. A normalização pode ser aplicada em três níveis: numa empresa (normalização interna), nacional (por setores) e internacional. É de utilização facultativa, podendo, porém, se tornar obrigatória quando houver concordância entre as partes envolvidas – a regulamentação é de uso obrigatório. |
| PADRÃO |
a) Toda especificação de características físicas, químicas, de material, de configuração, de desempenho, de procedimento, de pessoal etc., cuja aplicação uniforme seja considerada necessária para fins de produção, prestação de serviços ou comercialização. b) Conjunto de normas, procedimentos, instruções, diretrizes e planos de ação estabelecidos pela administração de uma organização, de forma a possibilitar a execução padronizada de todas as principais operações, processos, atividades e tarefas. c) Todo e qualquer documento de referência, item, produto, serviço ou quantidade de material que serve como base de comparação e/ou para determinação de características desconhecidas. d) Metas de desempenho de classes, organizações, divisões, departamentos, funções etc., atingidas ou a serem atingidas num espaço de tempo considerado. |
| PADRÃO DA QUALIDADE |
Referencial utilizado como base de comparação para avaliação da qualidade de um material, item, produto, serviço, processo, projeto ou sistema. O padrão pode ser adotado ou convencionado e pode ser físico ou documental. |
| PADRÃO DE EXCELÊNCIA |
Análise Competitiva; Benchmark; Benchmarking; "Estado da Arte"; Fabricação de Classe Mundial; Qualidade da Organização; Qualidade de Classe Mundial; Referencial da Qualidade; Sistema da Qualidade de Classe Mundial. |
| PADRÃO DE MEDIÇÃO |
a) Material de medida, instrumento de medição, material de referência ou sistema utilizado para definir, perceber, conservar ou reproduzir uma unidade ou um ou mais valores de uma quantidade (V.), de modo a transmiti-los a outros instrumentos de medição por comparação. b) Instrumento ou dispositivo do mais alto grau de exatidão, que seja usado em um sistema de aferição ou calibração como padrão primário, sendo a sua exatidão determinada segundo o INMETRO ou entidades certificadas em nível nacional ou internacionalmente. |
| PADRÃO DE PRODUTO |
Produto (material, item, serviço) ou parte dele, usado como exemplo-padrão para a produção. |
| PADRÃO DE QUALIDADE |
Modelo de qualidade implantado ou a ser seguido por uma organização, em decorrência de exigência de clientes ou legal, ou ainda por opção/capacitação da própria organização. |
| PADRÃO DE REFERÊNCIA |
a) Padrão físico mais exato e/ou estável de que se disponha para um programa de aferição ou medição. b) Instrumento ou dispositivo metrológico com reconhecida exatidão, tendo sido aferido por um órgão oficial. c) Padrão de nível mais alto de exatidão num sistema de aferição e calibração que determina os valores básicos de exatidão para o sistema metrológico. |
| PADRÃO DE TRANSFERÊNCIA |
Instrumento ou dispositivo de medição usado num sistema de aferição como padrão secundário, para transferir medições de um padrão de referência para um de menor escala, ou diretamente para aferição de equipamentos de testes, de modo a evitar desgaste ou degradação do padrão de referência. |
| PADRÃO FÍSICO PRIMÁRIO |
(Metrologia) Qualquer padrão físico sob o controle de uma autoridade de padrão nacional para padrões físicos. |
| PADRÃO INTERNACIONAL DE MEDIÇÃO |
(Metrologia) Padrão reconhecido por acordo internacional para servir internacionalmente como base para fixar o valor de todos os outros padrões de uma quantidade de interesse. |
| PADRÃO NACIONAL DE MEDIÇÃO |
(Metrologia) a) Padrão físico ou método de medição de princípio básico o qual é mantido em um laboratório nacional e usado como padrão primário de um país. b) Padrão oficial reconhecido nacionalmente, para servir, no país, como base para fixar o valor de todos os outros padrões de uma quantidade de interesse. É freqüentemente um padrão primário. |
| PADRÃO OPERACIONAL |
(Metrologia) Instrumento ou dispositivo de medição usado como padrão da empresa, até que seja estabelecido um padrão reconhecido. |
| PADRÃO PRIMÁRIO |
(Metrologia) Padrão que possui as mais altas qualidades metrológicas num campo específico. Os padrões de referência primários são responsáveis pela definição das unidades fundamentais. |
| PADRÃO SECUNDÁRIO |
(Metrologia) Padrão físico calibrado por comparação com um padrão físico primário. |
| PADRONIZAÇÃO |
(Normalização) a) Uniformização de materiais, itens, produtos, serviços, métodos, processos, procedimentos etc., pela adoção de modelos. b) Redução do número de características ou especificidades de um sistema ou redução do número de forma que podem variar ou interagir. c) Aplicação de normas a um ciclo de produção ou a todo um setor industrial, comercial ou prestador de serviços. V. Características da Qualidade; Documento da Qualidade; Especificação; Norma de Padronização; Normalização; Padrão; Requisitos da Qualidade; Requisitos Válidos. |
| POLÍTICA DA QUALIDADE |
Conjunto das intenções, diretrizes e objetivos de uma organização relativos à qualidade, formalmente expressos pela alta administração. É um guia de ação gerencial. É de responsabilidade da alta administração definir e documentar a política da qualidade, o seu compromisso com a mesma e assegurar que essa política é compreendida, está implementada e que será mantida em todos os níveis da organização. A política da qualidade é um dos elementos da política da organização e, como tal, tem que ser coerente com todas as demais políticas. Sempre que necessário, devem ser definidos objetivos específicos da qualidade (por divisão, departamento, área, linha de produtos ou serviços etc.) coerentes com a política da qualidade da organização. Cabe também à alta administração definir objetivos pertinentes aos elementos-chave da qualidade, como satisfação do cliente, desempenho, segurança, confiabilidade e adequação ao uso. Exemplos: "Nossos produtos (serviços) devem exceder, ou ao menos igualar, a qualidade dos produtos dos nossos concorrentes"; "Nossos produtos (serviços) devem satisfazer as necessidades e as expectativas dos nossos clientes". |
| PRODUTO APROVADO |
Produto específico de um determinado fabricante o qual foi avaliado contra requisitos de desempenho adequados e aprovado para uma aplicação particular. |
| PRODUTO CONFORME |
Conformidade; Conformidade à Especificação. |
| PRODUTO DEFEITUOSO |
Produto que contém um ou mais defeitos. Classificação de Defeitos; Defeito. |
| PRODUTO NÃO-CONFORME |
Qualquer produto (item, serviço ou quantidade de material) que apresente uma ou mais características fora dos limites de especificação ou que tenha um nível de variantes superior ao permitido pelo nível de qualidade aceitável. |
| PRODUTO QUALIFICADO |
Título dado a um produto quando este demonstrou ser capaz de atender completamente ou superar os requisitos da qualidade estabelecidos. Nota: a definição aplica-se também para componente, item, material, pessoal, processo ou serviço. |
| QUALIDADE ACEITÁVEL |
Decisão de que um lote, batelada, quantidade de material, item ou produto, ou um serviço satisfaz os requisitos da qualidade, normalmente baseada em informações obtidas de amostra(s). |
| QUALIDADE ASSEGURADA |
Garantia da Qualidade (GQ). |
| QUALIDADE DA ORGANIZAÇÃO |
Resultado conjunto do nível de cumprimento da sua missão principal, da qualidade dos processos, produtos e serviços, do perfil de motivação de seus membros e do grau de satisfação de seus clientes. |
QUALIDADE DE
CLASSE MUNDIAL |
Expressão utilizada para indicar um padrão de excelência: o melhor entre os melhores. |
| QUALIDADE DE FABRICAÇÃO |
Medida do grau de adequação de um material, item, produto ou serviço com relação aos requisitos da qualidade. |
| QUALIDADE DE LOTE |
Medida estatística da qualidade de um material, item, produto ou serviço de um determinado lote. Nota: o mesmo conceito acima se aplica para batelada e para partida. |
| QUALIDADE DE PROCESSO |
a) Medida estatística da qualidade de um material, item, produto ou serviço obtido por um determinado processo. Pode ser qualitativa (atributos) ou quantitativa (variáveis). b) Integração eficaz das operações e atividades que compõem um processo. A forma de medida mais comum da qualidade de um processo é a porcentagem de unidades não-conformes ou defeituosas. |
| QUALIDADE DE PROJETO |
a) Medida do grau de adequação de um projeto em relação aos requisitos da qualidade previamente estabelecidos. b) Grau em que um material, item, produto ou serviço, por meio de sua concepção e especificações, atende às características de qualidade almejadas pelo cliente. Depende muito mais da política da qualidade e de mercado da organização, da sua capacidade de inovação e das especificações de projeto do que do processo de produção propriamente dito, embora muitas vezes uma especificação só possa ser conseguida a partir de um determinado processo. |
| QUALIDADE DE VIDA |
a) Avaliação qualitativa das condições de vida dos seres humanos e dos animais. b) Satisfação das necessidades e expectativas do cidadão. O conceito está associado ao bem-estar, à segurança, à expectativa de vida, à paz de espírito e ao desfrute das condições essenciais a que o cidadão deve ter ao seu alcance (água, luz, higiene, telefone etc.). Esse conceito difere do de desenvolvimento e progresso como é aplicado rotineiramente, que está centrado na realização material e no faturamento. |
| QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO |
Conceito associado com a satisfação e felicidade do trabalhador com o local de trabalho. A QVT varia, dentre outros fatores, em função dos relacionamentos racionais e afetivos dos grupos de trabalho entre si, das pessoas entre elas, com o trabalho que fazem, com os ambientes físicos (locais, equipamentos, materiais etc.), com a própria empresa, com os grupos formais e informais, e com a coordenação dos trabalhos e das atividades pessoais e grupais. |
| QUALIDADE "ECONÔMICA" |
Custos da Qualidade; Retorno Sobre a Qualidade. |
| QUALIFICAÇÃO |
a) Processo de demonstração e reconhecimento de cumprimento de um conjunto de condições (normas, procedimentos, instruções, métodos, processos, sistemas, qualidade de produtos e/ou serviços, capacitação de pessoal) em conformidade com requisitos preestabelecidos, por meio de auditoria, testes, exames, ensaios ou cálculos. b) Processo completo através do qual um produto ou serviço é obtido de um fabricante, fornecedor ou distribuidor e então testado ou avaliado contra padrões escritos e documentados, demonstrando cumprir com os requisitos da qualidade. |
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QUALIFICAÇÃO DO
FORNECEDOR |
a) Ato em que o comprador (2ª parte) avalia o seu fornecedor (1ª parte), de modo a verificar se o produto, serviço, processo ou sistema está em conformidade com uma norma ou outro documento normativo especificado. b) Indicação ou julgamento de que um fornecedor de um produto ou serviço está ou não de acordo com os requisitos das especificações relevantes, contratos ou regulamentos. |
QUALIFICAÇÃO
DO PESSOAL |
Características e habilidades obtidas através de educação, treinamento e/ou experiência, medidas contra requisitos estabelecidos como padrões ou testes, que qualificam uma pessoa a desempenhar uma determinada função. |
QUALIFICAÇÃO
DO PROCESSO |
Conjunto de atividades programadas e documentadas para estabelecer a capabilidade real do processo. Quando a capabilidade cumpre com os requisitos do processo, este é classificado como "qualificado". |
QUALIFICAÇÃO
DO PRODUTO OU SERVIÇO |
Ação de comprovar que um produto ou serviço está conforme com determinados dados de referência. Essa comprovação pode ser feita por uma inscrição, sinal distintivo ou documento que se junta para atestar, para fins comerciais, que um produto ou serviço apresenta certas características específicas controladas por um organismo externo, independente do produtor/fornecedor/importador. |
| QUALIFICAÇÃO TÉCNICA |
Comprovação de um conjunto de conhecimentos e experiência que habilitam uma organização para o fornecimento de determinado(s) produto(s) ou serviço(s), ou uma pessoa física para o exercício de determinada função. |
| RASTREABILIDADE |
a) Capacidade de rastrear a aferição de equipamentos de medida a um padrão nacional ou internacional, a um padrão reconhecido ou propriedades ou constantes físicas básicas, normalmente por meio de uma série de aferições de padrão de nível intermediário. b) Estabelecimento de aferição válida de um instrumento de medição ou padrão de medida por comparação passo a passo com padrões que se encontrem num nível superior da escala de hierarquia de padrões. V. Hierarquia de Padrões. c) Capacidade de relacionar resultados individuais de medição com o padrão de referência nacional, por meio de uma série consecutiva e contínua de medição, a) Capacidade de se conhecer o histórico, aplicação ou localização de um material, item, produto, serviço, processo ou atividade, dentro de limites previamente estabelecidos, por meio de identificação/codificação registrada por gravação ou outro meio consistente. b) Habilidade de rastrear passos operacionais, avaliação, registros de medição, cálculos ou dados gerados ao longo do ciclo da qualidade de um material, item, produto, serviço ou processo. |
| RECERTIFICAÇÃO |
(Normalização) Exigência prevista em contrato e/ou em norma para que empresas certificadas sejam submetidas periodicamente a uma reauditoria completa. |
| SISTEMA DA QUALIDADE |
a) Estrutura organizacional, procedimentos, responsabilidades, processos, atividades e recursos para implementação da gestão da qualidade e atingimento dos objetivos da qualidade - garantia de que projetos, processos, produtos e serviços irão satisfazer as necessidades e as expectativas explícitas e implícitas dos clientes, em consonância com a missão, os objetivos e as metas da organização. b) Sistema gerencial planejado e documentado em um manual da qualidade contendo a política e os procedimentos por meio dos quais deverá ser obtida a qualidade numa organização. O sistema da qualidade normalmente é documentado por meio de um manual da qualidade que o define em sua totalidade. |
| SISTEMA DA QUALIDADE DE CLASSE MUNDIAL |
Modelo de sistema da qualidade que adota processos de melhoria contínua em todas as áreas da organização e durante todas as fases dos produtos e/ou serviços, com objetivos de otimizar a eficiência e a eficácia e de aumentar constantemente a satisfação do cliente. |
| SISTEMA DE COMUTAÇÃO DE INSPEÇÃO |
Regras referentes a um esquema de amostragem para mudança de um plano de amostragem para outro, baseado no histórico da qualidade demonstrado. |
| SISTEMA DE CUSTOS DA QUALIDADE |
Sistema de custos em separado da área financeira/controler da organização, orientado aos produtos e/ou serviços que tem por objetivo primordial garantir que produtos e serviços satisfaçam os clientes a um custo mínimo, contribuindo assim para maximizar os lucros. |
| SISTEMA DE INFORMAÇÃO DA QUALIDADE |
Sistema que tem por objetivos coletar, processar, analisar, informar e armazenar informações sobre a qualidade, de forma a subsidiar tomada de decisões em todos os níveis. |
| SISTEMA DE INSPEÇÃO |
Programa planejado e documentado compreendendo o pessoal, máquinas, equipamentos, instrumentos, procedimentos, serviços e facilidades pertinentes, para realização de inspeção de material, item ou unidade de produto ou serviço. |
| SISTEMA DE MEDIÇÃO |
(Metrologia) Conjunto de elementos físicos (instrumentos de medir e acessórios) necessários para se atingir os objetivos de uma medição, pela aplicação de processos de medição, em dadas condições. |
| SISTEMA DE QUALIFICAÇÃO |
Conjunto de regras e procedimentos para a condução e o gerenciamento eficaz das atividades de qualificação. |
| SISTEMA DE SUGESTÕES |
Procedimento padronizado e regulamentado por meio do qual funcionários de todos os níveis hierárquicos podem apresentar idéias ou sugestões de implantação ou melhoria da qualidade e produtividade, independentemente dos trabalhos em grupo do tipo times da qualidade ou círculos de controle da qualidade (CCQs). |
| SISTEMA NORMATIVO |
(Normalização) Conjunto de documentos normativos que estabelecem diretrizes, critérios e práticas, com o objetivo de orientar a execução de atividades relacionadas com a definição de produto ou serviço, desenvolvimento de processos de produção e administrativos, materiais, manutenção, novos equipamentos e projetos, qualidade, segurança, higiene industrial e controle ambiental, padronizar componentes e materiais, de forma a estabelecer o padrão de garantia da qualidade de produtos e serviços. |
| TOLERÂNCIA |
Variabilidade total permissível em um processo ou numa característica da qualidade de uma unidade de produto ou serviço. Diferença entre os valores máximo e mínimo permitidos como resultados. Para o caso de limite unilateral, a tolerância é definida como a diferença entre o valor máximo ou mínimo e o valor nominal especificados. (Metrol.) Variação permissível em uma dimensão, a partir dos valores estabelecidos. A tolerância é positiva se houver folgas reais e negativa no caso oposto. Em geral a tolerância é não-qualificada, ou seja, não é associada a um nível de confiança. |
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