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Para gerenciar a cadeia automotiva, a ISO desenvolveu a especificação técnica ISO/TS 16949:2009. O padrão internacional é utilizado pelas organizações de produção automotiva e de peças de reposição para certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos específicos para aplicação da ISO 9001:2008.
Ela foi revisada pelo International Automotive Task Force (IATF) e pelo comitê técnico ISO/TC 176 – Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade. A implementação generalizada da ISO/TS 16949 é vista como uma oportunidade para melhorar a qualidade e reduzir custos.
A ISO/TS 16949:2009 é a terceira edição da norma, que teve sua primeira publicação em 1999. Assim como a ISO 9001:2008, ela não contém novos requisitos e reflete as alterações da última edição da ISO 9001.
OHSAS 18001:2007
Essa norma Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos especifica os requisitos para um sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho (SST), para permitir que qualquer tipo de organização controle de forma mais eficaz seus riscos de acidentes e doenças ocupacionais e melhore seu desempenho em saúde e segurança no trabalho. Ela substitui a OHSAS 18001:1999.
As mudanças refletem a vasta utilização e experiência com a OHSAS 18001 em mais de 80 países, através de 16 mil organizações certificadas. Uma das principais alterações na norma é a ênfase muito maior dada à saúde do que somente à segurança, além da expressiva melhoria no alinhamento da norma à ISO 14001:2004.
Muitas organizações estão implementando um sistema de gestão da saúde ocupacional e segurança como parte de sua estratégia de gerenciamento de riscos para tratar questões como a mudança de legislação e proteção de sua força de trabalho.
Um sistema de gestão da segurança e saúde ocupacional promove um ambiente de trabalho mais saudável e seguro porque é uma ferramenta que permite às organizações identificar de forma consistente e controlar os riscos para a saúde e segurança, reduzindo o potencial de acidentes, melhorando a conformidade legal e o desempenho da organização como um todo.

BS 25999 - Gestão de Continuidade de Negócios
Continuidade das operações em um evento de interrupção, seja devido a um grande desastre ou um incidente menor, é um requisito fundamental para qualquer organização. A BS 25999, a primeira norma mundial Britânica para Gestão de Continuidade dos Negócios (GCN), foi desenvolvida para ajudá-lo a minimizar o risco de tais interrupções.
Ajudando a implementar as bases de um sistema GCN, a norma foi desenvolvida para manter o seu negócio durante as circunstâncias mais desafiadoras e inesperadas - protegendo a sua equipe, preservando sua reputação e fornecendo a capacidade para continuar a operar e fazer negócios.
A BS 25999 foi desenvolvida por um amplo grupo de experts mundiais, representando setores da indústria e do governo, para estabelecer o processo, princípios e terminologia da Gestão de Continuidade dos Negócios.
Ela fornece uma base para entendimento, desenvolvimento e implementação da continuidade do negócio dentro da sua organização e lhe dá confiança nas negociações e nas relações de negócio com clientes. Ela também contém um abrangente conjunto de controles baseados nas melhores práticas GCN, e cobre todo o ciclo de vida da GCN.
A quem se destina?
A BS 25999 é adequada para qualquer organização, grande ou pequena, de qualquer setor. É particularmente relevante para organizações que operam em ambientes de alto risco, assim como finanças, telecomunicações, transporte e o setor público, onde a capacidade de continuar operando é primordial para a própria organização, e seus clientes e acionistas
Principais Benefícios
- Fornece uma estrutura consistente comum, baseada em melhores práticas internacionais, para gerenciar a continuidade do seu negócio.
- Melhora proativamente sua resiliência quando confrontado com interrupções de sua capacidade para atingir os objetivos-chave.
- Ajuda a proteger e melhorando sua reputação e sua marca.
- Abre novos mercados e ajuda sua empresa a conquistar novos negócios.
- Conquista de mais contratos com mais eficácia de custo
- Fornece uma margem para a comercialização, e o uso da certificação pode ajudar a reduzir os custos de propostas dispendiosas.
- A certificação requer um claro entendimento de toda a sua organização, o que pode identificar oportunidades para melhorias.
- Proporciona Melhoria Contínua
- Demonstra que leis e regulamentos aplicáveis estão sendo observados.
- Redução de custos
- Fornece um método testado de restauração de sua capacidade para fornecer produtos e serviços críticos dentro de um nível e tempo acordados, após uma interrupção.
- Proporciona uma capacidade comprovada para gerenciamento de uma interrupção.
RESPONSABILIDADE SOCIAL
NBR 16001, SA 8000, AA 1000 e ISO 26000
Publicada em dezembro de 2004, a NBR 16001 estabelece os requisitos mínimos relativos a um sistema da gestão da responsabilidade social, permitindo à organização formular e implementar uma política e objetivos que levem em conta os requisitos legais e outros, seus compromissos éticos e sua preocupação com a: promoção da cidadania; promoção do desenvolvimento sustentável, e transparência das suas atividades.
A NBR 16001 tem por objetivo fornecer às organizações os elementos de um sistema da gestão da responsabilidade social eficaz, passível de integração com outros requisitos da gestão, de forma a auxiliá-las a alcançar seus objetivos relacionados com os aspectos da responsabilidade social. Não se pretende criar barreiras comerciais não tarifárias, nem ampliar ou alterar as obrigações legais de uma organização.
A SA 8000 desenvolvida pela instituição Social Accountability International (SAI), com um site www.sa-intl.org, baseando-se nas normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Declaração Universal dos Direitos da Criança da ONU. A sua elaboração foi iniciada por ocasião do 50º aniversário da Declaração dos Direitos Humanos da ONU. A norma segue o modelo das normas ISO 9000 e 14000, o que facilita a sua implantação por empresas que já conhecem esse sistema. Já a AA 1000 é uma norma que define princípios e processos para prestação de contas, visando assegurar a qualidade da contabilidade, auditoria e relato de informações de caráter, social, ambiental e financeiro.
Por fim, a ISO 26000, quase aprovada, objetiva harmonizar as orientações de responsabilidade social já existentes, acordadas internacionalmente, estabelecendo uma melhor prática para responsabilidade social consistente com declarações relevantes e convenções das Nações Unidas, especialmente a declaração universal dos direitos humanos e as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A diretriz normativa busca abranger conceitos aplicáveis a todos os tipos e portes de organizações, tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento. Os princípios de responsabilidade social estabelecidos na norma são: accountability (que significa a ideia de prestação de contas à sociedade), transparência, comportamento ético, respeito e consideração aos interesses dos stakeholders, cumprimento das leis e normas internacionais e universalidade dos direitos humanos.

MARCAÇÃO CE
Essa marca de conformidade é representada pelo símbolo, cuja colocação no produto tem de seguir determinadas regras, segundo um determinado grafismo.
As iniciais CE são a abreviatura da designação francesa Conformité Européene que significa Conformidade Europeia.
Dessa forma, a marcação CE indica a conformidade de um produto com os requisitos estabelecidos em diretivas comunitárias denominadas Nova Abordagem. Os equipamentos abrangidos pelas diretivas para poderem ser comercializados nos países da Comunidade Europeia deverão ter a marcação CE.

ISO IEC 17025
Esta norma é para o uso de laboratórios de calibração e ensaio no desenvolvimento de seu sistema de gestão da qualidade. Os clientes de laboratórios, autoridades regulamentadoras e organismos de acreditação também podem usar a norma para confirmar ou reconhecer a competência de laboratórios. Não cobre requisitos de segurança e regulamentos sobre a operação de laboratórios.
O atendimento a esta norma significa que o laboratório opera um sistema de gestão da qualidade segundo os princípios da ISO 9001. Cobre a competência técnica requerida que não é coberta pela ISO 9001. A acreditação de laboratórios é concedida pelo Inmetro com base na NBR ISO IEC 17025, de acordo com diretrizes estabelecidas pela International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) e nos códigos de BPL da Organization for Economic Cooperation and Development (OECD).
Segundo o Inmetro, é aberta a qualquer laboratório que realize serviços de calibração e/ou de ensaios, em atendimento à própria demanda interna ou de terceiros, independente ou vinculado a outra organização, público ou privado, nacional ou estrangeiro, independente do seu porte ou área de atuação.
AS 9100 e NBR 15100 – Certificação Aeroespacial
Usa a ISO 9001:2008 como base, com requisitos adicionais para o setor aeroespacial. O primeiro rascunho da revisão da AS 9100 foi feito em 8 de novembro de 2007, baseado no rascunho da ISO 9001, feito em 20 de setembro de 2007.
A publicação da revisão da AS 9100 ocorreu em janeiro de 2009, após o lançamento da ISO 9001:2008. O AS 9110 (organizações de manutenção) e AS 9120 (distribuidores de estoque) são padrões que estão realizando um processo similar de revisão. A checagem da AS 9101 será revisada como uma ferramenta de processo orientado, e também para aplicação das AS 9100, AS 9110 e AS 9120.
Será introduzida na auditoria de processos assim que as organizações realizarem a transição dos padrões AS 9100, AS 9110 e AS 9120 antigos para os revisados. O Comitê Brasileiro de Aeronáutica e Espaço, da ABNT, elaborou, em 2004, uma norma tecnicamente equivalente à AS 9100, registrada como NBR 15100:2004, que foi ratificada pela IAQG.
Dessa forma, foram estabelecidas as condições mais favoráveis para inserção da produção aeroespacial na cadeia internacional, bem como a participação das empresas nacionais no crescimento deste mercado, derivado do incremento nas trocas internacionais.
O modelo do sistema de gestão da qualidade associado à NBR 15100 é iniciado pela identificação da necessidade do cliente e pela avaliação da capacidade de atendimento dessas necessidades, considerando as referências de conformação de produto e/ou serviço. Em seguida, essas necessidades são traduzidas em requisitos técnicos que garantem a eficácia do produto, observadas as restrições regulamentares.

NBR 15419:2006
Essa norma é usada para sistemas de gestão da qualidade e são as diretrizes, para a aplicação da ISO 9001 nas organizações educacionais.
Ela especifica os requisitos para um sistema de gestão da qualidade, quando uma organização necessita demonstrar sua capacidade para fornecer de forma coerente produtos que atendam aos requisitos do cliente e requisitos regulamentares aplicáveis, e pretende aumentar a satisfação do cliente por meio da efetiva aplicação do sistema, incluindo processos para melhoria contínua do sistema e a garantia da conformidade com requisitos do cliente e requisitos regulamentares aplicáveis.
ISO 31000:2009
Esta nova norma fornece os parâmetros para a gestão de risco, com os princípios e as diretrizes, e irá ajudar as organizações de todos os tipos e tamanhos para gerir o risco de forma eficaz.
A ISO 31000 estabelece princípios, estrutura e um processo para gerenciar qualquer tipo de risco, de forma transparente, sistemática e credível em qualquer âmbito ou contexto.
Igualmente, a ISO está publicando o ISO Guia 73:2009, vocabulário de gestão de risco, que complementa a ISO 31000, fornecendo um conjunto de termos e definições relativas à gestão de risco.
FSSC 22000 – Segurança dos Alimentos
A Food Safety System Certification 22000 engloba os requisitos da ISO 22000:2005 – Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos e da norma PAS 220. A norma PAS 220 – Publicly Available Specification foi publicada em 25 de outubro de 2008.
Seu desenvolvimento foi coordenado pelo British Standards Institute (BSI ) e é patrocinada pela Confederação das Indústrias de Alimentos e Bebidas da União Europeia (CIAA). Há a Especificação Técnica ISO TS 22002-1:2009, que trata da transposição da PAS 220 (Especificação Pública para Programas Pré-Requisitos para Sistema de Segurança de Alimentos) dentro do sistema ISO, com algumas alterações editoriais.
Este foi um importante passo para o reconhecimento e a reputação da FSSC 22000, pois podemos dizer que será parte integrante família ISO, como a ISO 22000, ISO 22002, ISO 22003.

ISO 13485:2003
Essa norma apresenta os requisitos de um sistema de gestão para o projeto e a fabricação de equipamentos médicos.
É a norma de gestão da qualidade elaborada especificamente para organizações que fornecem equipamentos médicos ou serviços relacionados a fim de garantir o atendimento consistente aos requisitos regulatórios e de clientes.
Apesar de ser um documento autônomo, a ISO13485 em geral é harmonizada com a norma ISO 9001. Embora se baseie na ISO 9001, retira a ênfase da ISO 9001 na melhoria contínua e na satisfação do cliente.
Em vez disso, ela reforça a conformidade com requisitos regulatórios e de clientes, gerenciamento de riscos e manutenção de processos efetivos, isto é, dos processos específicos para a segurança no projeto, fabricação e distribuição de equipamentos médicos.

CERTIFICAÇÃO FLORESTAL
Internacionalmente, a certificação florestal voluntária vem se desenvolvendo desde a década de 80, contando com vários sistemas operando e competindo entre si: Forest Stewardship Council - FSC , ou Conselho de Manejo Florestal, que é uma organização internacional não-governamental, fundada em 1993, que não emite certificados e sim acredita certificadoras no mundo inteiro, garantindo que os certificados obedeçam a padrões de qualidade.
As certificadoras desenvolvem um método para certificação baseado nos Princípios e Critérios do FSC, adaptando-o para a realidade de cada região ou sistema de produção; e Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes - PEFC (antigo Pan European Forest Certification - PEFC, o Conselho do PEFC foi criado em junho de 1999, também de caráter voluntário, baseado em critérios próprios definidos nas resoluções das Conferências de Helsinki e de Lisboa, de 1993 e 1998, sobre Proteção Florestal na Europa.
Outras iniciativas foram e continuam sendo desenvolvidas, em nível nacional e internacional, governamental e não-governamental, no sentido de melhor identificar critérios e indicadores de sustentabilidade do manejo florestal, de modo a propiciar práticas que sejam ecologicamente adequadas, economicamente sustentáveis e socialmente justas.
No Brasil, desde 1996 a Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS) em parceria com algumas associações do setor, instituições de ensino e pesquisa, organizações não-governamentais e com apoio de alguns órgãos do governo, vem trabalhando com um programa voluntário denominado Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor).
BS 8800
Esta Norma Britânica foi preparada pelo Comitê Técnico HS/1, sob a direção do Conselho Setorial de Sistemas de Gerenciamento. Provê orientação sobre sistemas de gerenciamento de saúde e segurança ocupacionais (S&SO) a fim de auxiliar no atendimento a políticas e objetivos de S&SO e como a S&SO deve ser integrada dentro do sistema global de gerência da organização. Procura-se nesta norma aprimorar o desempenho das organizações em matéria de saúde e segurança, fornecendo orientação quanto à maneira pela qual o seu gerenciamento deve ser integrado com a administração de outros aspectos do desempenho da empresa, como um todo, a fim de:
a. minimizar os riscos para empregados e outros;
b. aprimorar o desempenho da empresa; e
c. ajudar as organizações a estabelerem uma imagem responsável no mercado onde atuam.
Esta norma compartilha princípios comuns de sistemas gerenciais com as das séries ISO 9000 “Gerenciamento de Qualidade” e ISO 14000 “Gerenciamento Ambiental”; contudo, estes não são pré-requisitos para a operação segundo este guia.
As organizações não atuam isoladamente; diversas partes que podem ter um interesse legítimo na abordagem adotada por uma organização para com a S&SO incluem: empregados; consumidores, clientes, fornecedores; a comunidade; os acionistas; os empreiteiros; os seguradores, assim como as agências governamentais encarregadas de zelar pelo cumprimento dos regulamentos e leis. Esses interesses precisam ser reconhecidos.
O bom desempenho de saúde e segurança não é casual. As organizações devem dispensar a mesma importância à obtenção de altos padrões de gerenciamento de S&SO como o fazem com respeito a outros aspectos chaves de suas atividades empresariais. Isto requer a adoção de uma abordagem estruturada para com a identificação, avaliação e controle dos riscos relacionados com o trabalho.Destina-se este guia a ajudar as organizações a desenvolverem uma abordagem do gerenciamento de S&SO que permita proteger os empregados cuja saúde e segurança podem ser afetadas pelas atividades da organização.
HACCP
O sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle - HACCP (da sigla em inglês para Hazard Analysis Critical Control Points) é um sistema preventivo que busca a produção de alimentos inócuos. Ele está embasado na aplicação de princípios técnicos e científicos na produção e manejo dos alimentos desde o campo até a mesa do consumidor. Os princípios do HACCP são aplicáveis a todas as fases da produção de alimentos, incluindo a agricultura básica, a pecuária, a industrialização e manipulação dos alimentos, os serviços de alimentação coletiva,os sistemas de distribuição e manejo e a utilização do alimento pelo consumidor.
O conceito básico destacado pelo HACCP é a prevenção e não a inspeção do produto terminado. Os agricultores e pecuaristas, as pessoas encarregadas do manejo e distribuição e o consumidor devem possuir toda a informação necessária sobre o alimento e os procedimentos relacionados com o mesmo, pois somente assim poderão identificar o lugar onde a contaminação pode ocorrer, e a maneira pela qual seria possível evitá-la. Se o "onde" e o "como" são conhecidos, a prevenção torna-se simples e óbvia,e a inspeção e as análises laboratoriais passam a ser supérfluos. O objetivo é, além da elaboração do alimento de maneira segura, comprovar,através de documentação técnica apropriada, que o produto foi elaborado com segurança. O "onde" e o "como" são representados pelas letras HA (Análise de Perigos) da sigla HACCP. As provas de controle da fabricação dos alimentos recaem nas letras CCP (Pontos Críticos de Controle). Partindo-se desse conceito,HACCP é nada mais que a aplicação metódica e sistemática da ciência e tecnologia para planejar, controlar e documentar a produção segura de alimentos.
Uma definição prática de HACCP deve destacar que este conceito cobre todo tipo de fatores de risco ou perigos potenciais à inocuidade dos alimentos -- biológicos, químicos e físicos -- sejam os que ocorrem de forma natural no alimento, no ambiente ou sejam decorrentes de erros no processo de fabricação. Enquanto os perigos químicos são os mais temidos pelos consumidores (agrotóxicos?) e os perigos físicos os mais comumente identificados (pêlos, fragmentos de osso ou de metal, material estranho), os perigos biológicos são os mais sérios, do ponto de vista de saúde pública. Por esta razão, ainda que o sistema HACCP trate dos três tipos de perigo, os perigos biológicos devem ser abordados em maior detalhe. Por exemplo, um pedaço de metal (perigo físico) em um alimento pode provocar uma lesão bucal ou um dente quebrado em um consumidor, ao passo que a contaminação de um lote de leite pasteurizado com SaImonella,pode afetar a centenas ou milhares de consumidores.
HACCP / GMP
GMP- Good Manufacturing Practices, ou BPF- Boas Práticas de Fabricação, é um conjunto de princípios e requisitos observados pelas empresas cujos produtos sofrem riscos de contaminação microbiológica, objetivando garantir a segurança total do consumidor.
Alguns princípios gerais do GMP:
1- Pessoal - estabelece critérios para conduta das pessoas quanto a:
· Higiene Pessoal
· Uniforme e Acessórios - Roupas, calçados e luvas
· Treinamento e conscientização para a prática requisitos GMP
2- Edifícios e Instalações - Especifica os requisitos dos edifícios e instalações e os critérios para sua limpeza e conservação
· Edificações e área externa às mesmas - revestimentos de parede e pisos, sanitários, portas e janelas
· Equipamentos- materiais de construção, lay-out e pintura
· Princípios de manutenção preventiva e corretiva
· Materiais de limpeza e desinfecção
3- Armazenamento e Distribuição - Especifica métodos de armazenamento e distribuição
· Armazenamento e cuidados com os produtos e materiais
· Condições adequadas para os veículos de transporte
4- Limpeza e Desinfecção - Especifica os procedimentos de limpeza e desinfecção
· Processo, produtos e métodos de limpeza e desinfecção
· Processos por meios químicos ou físicos
5- Sanitização (Combate às Pragas) - Estabelece condições e produtos para controle de insetos, roedores, pássaros e outros animais nas instalações de produção e arredores
· Medidas de Controle
· Aplicação de produtos para exterminação e controle de pragas
· Tipos de programa de combate a pragas
PBQP-H
O PBQP-Habitat se propõe a organizar o setor da construção civil em torno de duas questões principais: a melhoria da qualidade do habitat e a modernização produtiva.
A busca por estes objetivos envolve um conjunto bastante amplo de ações entre as quais se destacam as seguintes: qualificação de construtoras e de projetistas, melhoria da qualidade de materiais, formação e requalificação de mão de obra, normalização técnica, capacitação de laboratórios, aprovação técnica de tecnologias inovadoras, e comunicação e troca de informações.
Desta forma, espera-se o aumento da competitividade no setor, a melhoria da qualidade de produtos e serviços, a redução de custos e a otimização do uso dos recursos públicos.
O objetivo de longo prazo é criar um ambiente de isonomia competitiva que propicie soluções mais baratas e de melhor qualidade para a redução do déficit habitacional no país e, em especial, o atendimento das famílias consideradas de menor renda.
O objetivo geral do PBQP-H é:
Elevar os patamares da qualidade e produtividade da construção civil, por meio da criação e implantação de mecanismos de modernização tecnológica e gerencial, contribuindo para ampliar o acesso à moradia para a população de menor renda.
Seus objetivos específicos são:
- Estimular o inter-relacionamento entre agentes do setor
- Promover a articulação internacional com ênfase no Cone Sul;
- Coletar e disponibilizar informações do setor e do PBQP-H;
- Fomentar a garantia da qualidade de materiais, componentes e sistemas construtivos;
- Fomentar o desenvolvimento e a implantação de instrumentos e mecanismos de garantia da qualidade de projetos e obras;
- Estruturar e animar a criação de programas específicos visando a formação e a requalificação de mão-de-obra em todos os níveis;
- Promover o aperfeiçoamento da estrutura de elaboração e difusão de normas técnicas, códigos de práticas e códigos de edificações
- Combater a não conformidade intencional de materiais, componentes e sistemas construtivos
- Apoiar a introdução de inovações tecnológicas.
- Promover a melhoria da qualidade de gestão nas diversas formas de projetos e obras habitacionais.
O PBQP-Habitat é um programa de adesão voluntária, onde o Estado é um agente indutor e mobilizador da cadeia produtiva da construção civil. A sensibilização e implementação do Programa ocorrem basicamente nas etapas descritas abaixo.
Sensibilização e Adesão: nesta etapa, os diversos segmentos da cadeia produtiva da construção se reúnem, por unidades da federação, e técnicos da Coordenação Geral do PBQP-H apresentam o programa, buscando sensibilizar e mobilizar o setor privado e os contratantes públicos estaduais para aderirem ao PBQP-H.
Programas Setoriais: em um segundo momento, as entidades do setor se organizam para realizar um Diagnóstico do segmento da construção civil na unidade da federação, resultando na formulação de um Programa Setorial de Qualidade (PSQ).
Acordos Setoriais: o diagnóstico feito na fase anterior fundamenta um Acordo Setorial entre o setor privado, o setor público estadual e a CAIXA, bem como demais agentes financeiros, definindo metas e cronogramas de implantação dos Programas de Qualidade e, com isso, estabelecendo a prática do uso do poder de compra.
QUALIHAB
O Qualihab - Programa da Qualidade da Cosntrução Habitacional do Estado de São Paulo - fopi substituído prlo decreto nº41337 de 25/11/96, para garantir umtrabalho de melhoria continua ao atendimento a essas condições.
O Programa está estruturado por uma Coordenação Geral e uma Secretaria Executiva, que coordenam três comitês; o Comitê de Projetos e Obras que congrega as entidades representativas das empresas de construção e projetos; o Comitê de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos que congrega as entidades dos produtores de insumos para as obras e, de sistemas construtivos; e, o Comitê Interno, encarregado de implantar um sistema de Gestão da Qualidade na CDHU.
Utilizando o seu poder de compra junto ao mercado da Construção Civil a CDHU, através do Programa QUALIHAB, vem induzindo os segmentos do meio produtivo a estabelecerem, com a empresa, Acordos Setoriais que visam o desenvolvimento de programa da qualidade para cada um dos setores representados.
Os objetivos do Qualihab são o de otimizar a qualidade das habitações, envolvendo os materiais e componentes empregados, enfocando os projetos e obras realizadas, através da parceria com o meio produtivo, firmando acordos setoriais que abordem:
- A implantação de programas setoriais de qualidade;
- A maximização da relação benefício
- A agregação de valores sociais = a satisfação do usuário
- Otimizar o dispêndio de recursos humanos, materiais e energéticos (água/energia) nas construções habitacionais, preservando o meio ambiente.
- Estimular a interação da cadeia produtiva, buscando produtividade, padronização, enfocando os processos de execução e os recursos humanos e materiais empregados, visando transformar a tarefa de construir uma habitação em operações de montagem de componentes racionalizados.
SASSMAQ
O objetivo do Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade – Sassmaq é reduzir, de forma contínua e progressiva, os riscos de acidentes nas operações de transporte e distribuição de produtos químicos. O sistema, lançado pela Abiquim em maio de 2001, foi dirigido inicialmente ao modal rodoviário de transporte de cargas.
O Sassmaq está sendo gradativamente ampliado para abranger todos os modais de transporte, bem como os terminais de armazenagem.
1. RODOVIÁRIO
O Sassmaq possibilita uma avaliação do desempenho nas áreas de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade das empresas que prestam serviços à indústria química. O módulo rodoviário, o primeiro a ser lançado, é dirigido a transportadoras e operadoras logísticas. O sistema está baseado em modelo aplicado com sucesso na Europa pelo Cefic - Conselho Europeu das Federações das Indústrias Químicas.
2. TERMINAIS DE ARMAZENAGEM E GRANÉIS LÍQUIDOS
É um sistema para a avaliação de terminais de armazenagem de produtos químicos a granel nas áreas de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade. Para a aplicação do sistema, a Abiquim assinou convênio com o CDI-Terminals, que é parte do Chemical Distribution Institute, um organismo internacional criado pela indústria química européia que trabalha no aperfeiçoamento da segurança e da qualidade no embarque em navios e armazenagem em terminais de produtos químicos a granel, atendendo as exigências de um eficiente gerenciamento de riscos.
3. NAVIOS
A Abiquim está desenvolvendo o sistema de avaliação de navios nas áreas de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade. O sistema terá como base o modelo de inspeções do CDI-M.
4. FERROVIÁRIO

TRANSQUALIT
O TRANSQUALIT visa dotar a empresa de transporte de melhores condições para se integrar com seus clientes - embarcadores e recebedores - tendo como ponto de encontro a Qualidade e a satisfação do cliente.
Este modelo de gestão estabelece requisitos de um sistema de qualificação para empresas de transporte de cargas, visando:
- Demonstrar capacidade da empresa de transporte em fornecer de forma consistente serviços que atendam aos requisitos do cliente e requisitos regulamentares aplicáveis;
- Aumentar a satisfação percebida pelo cliente através da efetiva aplicação do sistema, incluindo a melhoria contínua dos processos, serviços e atendimento;
- Qualificar empresas de transporte através da certificação de seu Sistema de Gestão da Qualidade em níveis (bronze, prata e ouro), de forma gradativa, o que facilita sua absorção por parte da cultura da organização.
A NTC está desenvolvendo requisitos adicionais ao Transqualit para diversos segmentos do transporte, tais como: Frigorificado, Farmacêutico e Químico (Green) , que, além da Qualidade, tem interfaces com Saúde, Segurança e Meio Ambiente.
BS EN 16001 - Sistema de Gestão de Energia
A BS EN 16001 representa a última palavra em melhores práticas em gestão da energia, desenvolvida com base em normas e iniciativas nacionais existentes. A norma especifica os requisitos para um SGEn que permita à sua organização desenvolver e implementar uma política, identificar áreas de consumo significativo de energia e metas para sua redução.
A quem se destina?
A BS EN 16001 é adequada para qualquer organização – independente de seu porte, setor ou localização geográfica. É particularmente relevante caso sua organização seja uma indústria de uso de intensivo de energia, ou que tenha que atender a legislação de emissões de GEE.
Principais Benefícios
· Redução de custos
· Melhora no desempenho do negócio
· Maior envolvimento da alta administração
· Melhor conformidade com a legislação
· Redução das emissões GEE
· Política e objetivos de energia formalizados
· Integração com os sistemas de gestão existentes
· Maior segurança de fornecimento de energia
Maior inovação
BRC - Norma Global para Segurança de Alimentos
Desenvolvido pelo British Retail Consortium (BRC), uma organização comercial do Reino Unido que representa os interesses de seus revendedores, a BRC Norma Global – Alimento - foi criada para estabelecer uma norma para a “due diligence” e aprovação de fornecedor.
A norma foi adotada por fabricantes de alimentos em todo o mundo. A certificação para esta norma ajuda fabricantes, proprietários de marcas e revendedores a cumprirem suas obrigações legais e proteger os consumidores. A norma abrange um amplo escopo de áreas de segurança de produto, bem como as de responsabilidades legais e de “due diligence”, tanto para fornecedores quanto revendedores.
A quem se destina?
É particularmente aplicável para companhias fornecedoras de produtos alimentícios para revendedores no Reino Unido, independentemente do produto ou país de origem. Na maioria dos casos a certificação nesta norma é pré-condição para fornecedores de revendedores do Reino Unido.
Principais Benefícios
· Melhores credenciais para fornecimento a revendedores
· Uma melhora na segurança de alimentos e em sistemas de gestão de segurança de alimentos
· Uma demonstração de comprometimento com a produção de alimentos seguros
· Aumento da confiança dos clientes na segurança e qualidade de seus produtos
· Uma redução nos requisitos de auditorias em fornecedores
Norma Global BRC para Embalagens e Materiais de Embalagem
Desenvolvida pela British Retail Consortium (BRC), uma organização comercial do Reino Unido que representa os interesses de seus revendedores, em conjunto com o Instituto de Embalagens, a Norma Global BRC/IoP – Embalagens e Outros Materiais de Embalagem foi desenvolvida para auxiliar os revendedores e fabricantes a cumprirem com suas obrigações legais.
A norma fornece uma base comum para a certificação de companhias fornecedoras de embalagens para fabricantes e revendedores. Nós somos um fornecedor acreditado globalmente para serviços de auditoria e certificação nesta norma.
A quem se destina?
A Norma Global BRC – Embalagens e Materiais de Embalagem é particularmente aplicável a fornecedores de materiais de embalagem para fabricantes de alimentos que fornecem para revendedores no Reino Unido. Seu escopo foi expandido recentemente para incluir fabricantes de embalagens de materiais médicos, farmacêuticos e de bens de consumo.
Principais Benefícios
· Garantia que seus requisitos legais estão sendo atendidos.
· Garantia que seus sistemas implementados representam as melhores práticas e permitem a produção de embalagens seguras
· Aumento da satisfação dos clientes através da certificação em uma norma reconhecida
· Maior acesso a mercados por atender aos requisitos do fornecedor
· Como existe alguma sinergia entre os requisitos da Norma Global BRC - Embalagens e Materiais de Embalagem e a ISO 9001, uma auditoria combinada pode oferecer certa redução de custos, quando se compara com duas auditorias independentes.
TL 9000 - Telecomunicações
A globalização da indústria de telecomunicações está trazendo a necessidade de aplicar um conjunto comum de requisitos da qualidade ao longo da cadeia de fornecimento. A TL 9000 enfoca esta necessidade e é um sinônimo de redução de custos, aumento de desempenho e melhoria nas relações cliente/fornecedor.
A TL 9000 foi desenvolvida especificamente para a indústria de telecomunicações. Ela é baseada na ISO 9001 e foi desenvolvida pelo Quality Excellence for Suppliers of Telecommunications (QuEST) Leadership Forum como uma resposta a falhas de produto e serviço na indústria.
Representantes das principais partes interessadas decidiram que somente ao se definir as necessidades específicas para a qualidade e ao se determinar claramente os objetivos e metas, seria possível para a indústria de telecomunicações promover uma cultura de melhoria contínua.
A TL 9000 define os requisitos do sistema de gestão da qualidade de telecomunicações para projeto, desenvolvimento, produção, entrega, instalação e manutenção de produtos e serviços. Isto também inclui desempenho e custo - baseados em monitoramentos que medem a confiabilidade e o desempenho da qualidade.
A quem se destina?
A TL 9000 é relevante somente para aquelas organizações atualmente envolvidas em trabalho dentro da indústria de telecomunicações e que querem implementar um sistema de gestão certificado com reconhecimento internacional.
Principais Benefícios
· Serviços mais rápidos, e mais efetivos em termos de custo para seus clientes
· Aumento da satisfação dos clientes
· Aumento na competitividade
· Serviços mais confiáveis
· Maior motivação dos colaboradores
· Oportunidades de mercado mais amplas
· Aumento dos lucros
· Aumento na eficiência
· Redução de custos
· Melhor uso do tempo e dos recursos
· Oportunidades para melhoria contínua
Gestão Integrada PAS 99
O PAS 99 (Especificação Publicamente Disponível) é a primeira especificação de requisitos de sistema de gestão integrado do mundo baseada nos seis requisitos comuns da ISO Guia 72 (uma norma para redigir normas de sistema de gestão).
O BSI desenvolveu esta norma em resposta à demanda do mercado para alinhar seus processos e procedimentos em uma única estrutura holística que permite a você conduzir suas operações mais eficazmente.
A quem se destina?
A gestão integrada é aplicável para qualquer organização, independentemente do tamanho ou setor, procurando integrar dois ou mais de seus sistemas de gestão em um sistema coeso, com um conjunto holístico de documentos, políticas, procedimentos e processos.
Principais Benefícios
· Redução de custos
· Reduzindo tempo
· Uma abrangência holística para gestão dos riscos do negócio
· Redução da duplicação e da burocracia
· Menos conflito entre os sistemas
· Melhoria na comunicação, tanto interna quanto externa
· Melhor foco nos negócios
· Maior disposição e motivação de pessoal
· Auditorias internas e externas otimizadas
Serviços de Verificação de Emissões de Gases de Efeito Estufa - GHGEV
Geralmente as organizações apresentam suas informações sobre emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em documentos oficiais, tais como relatórios específicos sobre o assunto ou em relatórios de sustentabilidade corporativos.
A verificação de inventários de GEE trata-se de uma avaliação objetiva da exatidão e integridade das informações reportadas e da conformidade destas informações com princípios de contabilização e elaboração de relatórios de GEE pré estabelecidos, que fornece dados importantes para a redução de GEE e como conseqüência, para o SGA da organização.
O inventário e a divulgação das emissões GEE pode, muito em breve, não ser só uma outra iniciativa voluntária, porém uma ordem e uma expectativa pública. Independentemente se sua organização é obrigada a preparar e submeter um relatório de inventário de emissões GEE ou optar pela divulgação de suas emissões voluntariamente, uma avaliação independente acreditada de seu inventário de emissões fornece a necessária garantia à direção, bem como fornece a verificação requerida por vários esquemas de relatório, para assegurar que suas emissões de GEE ou que a afirmação de redução está completa, exata, consistente, transparente e materialmente correta.
Principais Benefícios
· Reduzir os custos e otimizar e eficiência energética operacional
· Priorizar as ações de melhoria de processo
· Quantificar e mitigar os riscos do negócio
· Promover confiança e garantia para a administração
· Demonstrar o comprometimento da administração
· Direcionar a inovação de processo e produto
· Promover a transparência na comunicação com as partes interessadas
· Melhorar os valores organizacionais
· Posicionar a organização para a apresentação obrigatória de relatório e/ou redução de emissões GEE
· Apresentar uma declaração com credibilidade e confiável para investidores e outras públicos interessados
Programa ONA
A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO - ONA é uma organização não governamental caracterizada como: “pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos e de interesse coletivo”, com abrangência de atuação nacional. Tem por objetivo geral promover a implementação de um processo permanente de avaliação e de certificação da qualidade dos serviços de saúde, permitindo o aprimoramento contínuo da atenção, de forma a garantir a qualidade na assistência aos cidadãos brasileiros, em todas as organizações prestadoras de serviços de saúde do País.
O BSI é uma Instituição Acreditadora Credenciada pelo ONA com a responsabilidade de proceder à avaliação e a certificação da qualidade dos serviços, dentro das normas técnicas previstas e com atuação em nível nacional.
A quem se destina?
- Serviços Hospitalares
- Serviços Ambulatoriais, Terapêuticos e Pronto Atendimento
- Serviços de Laboratórios Clínicos
- Serviços de Radiologia, Diagnóstico por Imagem
- Serviços de Radioterapia e Medicina Nuclear
- Serviços Hemoterápicos
- Serviços de Nefrologia e Terapia Renal Substitutiva
- Serviços de Atendimento e Internação Domiciliar
Principais benefícios
- Segurança para os pacientes e profissionais;
- Qualidade da assistência;
- Útil instrumento de gerenciamento;
- Critérios e objetivos concretos adaptados à realidade brasileira;
- O caminho para a melhoria contínua.

PRODIR - Processo Distribuição Responsável
O PRODIR - Processo Distribuição Responsável é uma iniciativa voluntária, desenvolvida pela ASSOCIQUIM e suas empresas associadas para a implantação de um processo de distribuição responsável que exige uma abordagem de forma sistemática e com o mesmo nível de importância para as questões da qualidade, saúde, segurança e meio ambiente.
Este processo consiste num esforço contínuo e planejado por parte de cada empresa, para alcançar, ao longo do tempo, os níveis de melhoria explicitados nos 9 Códigos e nas 34 práticas gerenciais do PRODIR, em todas as instalações da empresa e em todos os aspectos da distribuição de produtos químicos que, direta ou indiretamente, tenham envolvimento com questões relativas à saúde, segurança e meio ambiente dentro e fora da empresa, isto é, funcionários e seus familiares, clientes, fornecedores, transportadores, vizinhos, comunidade, autoridades, entre outros.
Neste estágio as empresas são classificadas como candidatas ao PRODIR e se comprometem formalmente com a implantação do PRODIR em suas empresas no prazo máximo de 30 meses contados a partir de 15 de dezembro de 2001, quando haverá uma avaliação a ser feita por uma entidade independente, credenciada pela ASSOCIQUIM.
Após a emissão do laudo de avaliação pelo BSI Management Systems atestando que as exigências aos requisitos do PRODIR foram atendidas, devidamente aprovado pela ASSOCIQUIM, a empresa será autorizada a utilizar o logotipo do PRODIR.
A adesão a este processo já vem ocorrendo no mundo inteiro, sendo num futuro próximo uma exigência irreversível do mercado nacional. Portanto, quanto antes sua empresa aderir ao PRODIR, maior o tempo que terão para se adequarem as novas exigências de mercado e de legislação.

Qualinstal - Programa de Qualificação para as Empresas Instaladoras
O Qualinstal Programa de Qualificação para as empresas Instaladoras foi desenvolvido com o objetivo de estabelecer as condições e requisitos técnicos e de gestão, aplicáveis às empresas prestadoras de serviço de instalações, garantindo uma crescente adequação do setor e melhoria da qualidade dos serviços prestados.
O objetivo do Programa é garantir uma crescente estruturação no setor e melhoria da qualidade dos serviços prestados.
Um dos aspectos fundamentais é que o programa estabelece níveis diferenciados de requisitos a serem aplicados em função do tipo dos serviços a serem prestados ou tipo de instalação a ser executada.
Este Programa foi estruturado com a finalidade de permitir a certificação das empresas do setor e alcançar reconhecimento de todo o mercado no país.
O Qualinstal é a base para ordenação e melhoria geral do mercado de prestação deste tipo de serviço, estabelecendo padrões de operação compatíveis com as necessidades das empresas contratantes, com as regulamentações e normas técnicas vigentes no país, bem como com a segurança dos usuários de instalações e equipamentos.
ISO / TS 16949:2009
Para gerenciar a cadeia automotiva, a ISO desenvolveu a especificação técnica ISO/TS 16949:2009. O padrão internacional é utilizado pelas organizações de produção automotiva e de peças de reposição para certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos específicos para aplicação da ISO 9001:2008.
Ela foi revisada pelo International Automotive Task Force (IATF) e pelo comitê técnico ISO/TC 176 – Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade. A implementação generalizada da ISO/TS 16949 é vista como uma oportunidade para melhorar a qualidade e reduzir custos.
A ISO/TS 16949:2009 é a terceira edição da norma, que teve sua primeira publicação em 1999. Assim como a ISO 9001:2008, ela não contém novos requisitos e reflete as alterações da última edição da ISO 9001.

ISO/IEC 27001 - Segurança da Informação
A informação é crítica para a operação e talvez igualmente o seja para a sobrevivência de sua organização. Ser certificado pela ISO/IEC 27001 ajudará você a gerenciar e proteger os valiosos ativos da informação.
A ISO/IEC 27001 é a única norma internacional auditável que define os requisitos para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). A norma é designada para assegurar a seleção de controles de segurança adequados e proporcionais.
Ela ajuda sua empresa a proteger seus ativos da informação e dar confiança para todas as partes interessadas, especialmente seus clientes. A norma adota uma abordagem de processo para o estabelecimento, implementação, operação, monitoramento, revisão, manutenção e melhoria de seu SGSI.
A quem se destina?
A ISO/IEC 27001 é aplicável para qualquer organização, grande ou pequena, em qualquer setor ou parte do mundo. A norma é especialmente aplicável onde a proteção da informação é crítica, assim como finanças, saúde, setores público e de TI.
A ISO/IEC 27001 é também altamente eficaz para organizações que gerenciam informação em nome de terceiros, assim como companhias terceirizadas de TI: Ela pode ser usada para garantir a seus clientes que suas informações estão sendo protegidas.
Principais Benefícios
- Demonstra a garantia independente de seus controles internos e que os requisitos de governança corporativa e de continuidade do negócio estão sendo atendidos.
- Demonstra de forma independente que as leis e regulamentos aplicáveis são observados.
- Proporciona uma vantagem competitiva por cumprir requisitos contratuais e demonstrar para seus clientes que a segurança da informação é levada como de suma importância pela sua organização.
- De forma independente verifica que os seus riscos organizacionais são corretamente identificados, avaliados e gerenciados, enquanto formaliza os processos de segurança da informação, de procedimentos e de documentação.
- Comprova o comprometimento da alta direção na segurança de suas informações.
- O processo de auditoria regular ajuda sua empresa a monitorar continuamente o seu desempenho e melhoria.

ISO/IEC 20000 - Gestão de Serviços de TI
TI é essencial para a realização dos negócios de hoje. No entanto, existem preocupações cada vez maiores sobre os serviços de TI, tanto internos, quanto os terceirizados, de não estarem alinhados com as necessidades dos negócios e clientes.
Uma solução reconhecida para este problema é usar um Sistema de Gerenciamento de Serviços de TI (SGTI) baseado na ISO/IEC 20000, a norma internacional para gerenciamento de serviços de TI. A certificação nesta norma permite a você demonstrar para seus clientes, de forma independente, que você cumpre com as melhores práticas.
A ISO/IEC 20000 é baseada e substitui a BS15000, Norma Britânica internacionalmente reconhecida.
A ISO/IEC 20000 é publicada em duas partes:
Parte Um é uma especificação para gerenciamento de serviço que cobre os serviços de gerenciamento de TI. É a parte na qual você pode ser auditado, e define um conjunto mínimo de requisitos que devem ser atendidos para obtenção da certificação.
Parte Dois é um código de prática para gerenciamento de serviços, que descreve as melhores práticas para os processos de gerenciamento de serviço no escopo da certificação.
A quem se destina?
A ISO/IEC 20000 é aplicável para qualquer organização, grande ou pequena, em qualquer setor ou parte do mundo que depende de serviços de TI. A norma é especialmente aplicável para prestadores de serviços de TI internos, tais como departamentos de TI, e para prestadores de serviços de TI externos, como organizações terceirizadas.
A norma já está trazendo um impacto positivo em alguns dos principais setores líderes, dependentes de TI, como na terceirização de processos de negócios, telecomunicações, finanças e setores públicos.
Principais Benefícios
- Prestadores de serviços de TI tornam-se mais pró-ativos em relação aos serviços ligados aos negócios do que àqueles ligados à tecnologia.
- Prestadores de serviços externos podem usar a certificação como um diferencial e ganhar novos negócios já que, cada vez mais, isto se torna um requisito contratual.
- Fornece capacidade para selecionar e gerenciar prestadores de serviço externos mais efetivamente.
- Mais oportunidades para melhorar a eficiência, a confiabilidade e a consistência dos serviços de TI que impactam custos e serviços.
- As auditorias de certificação permitem a avaliação regular dos processos de gerenciamento de serviço, o que ajuda a manter e melhorar a efetividade.
- O processo de certificação pode reduzir a quantidade de auditorias de fornecedores, assim reduzindo custo.
- A ISO/IEC 20000 é totalmente compatível com o ITIL (Biblioteca de Infra-estrutura de TI) que é um guia de melhores práticas para processos de SGTI.
EMAS
O Sistema Comunitário de Ecogestão e Auditoria (EMAS) é um mecanismo voluntário destinado a empresas e organizações que querem comprometer-se a avaliar, gerir e melhorar o seu desempenho ambiental, possibilitando evidenciar, perante terceiros e de acordo com os respectivos referenciais, a credibilidade do seu sistema de gestão ambiental e do seu desempenho ambiental. Deste modo, o EMAS é estabelecido numa organização visando a avaliação e melhoria do desempenho ambiental e o fornecimento de informação relevante ao público e outras partes interessadas em termos de prestação ambiental e de comunicação da mesma.
É uma norma para a fiscalização das empresas que processam alimentos ou empresas que embalam produtos alimentícios soltos. IFS Food só é aplicada quando o produto é "processados ou manipulados", ou se há um perigo de contaminação do produto durante a embalagem primária.
IFS Food é aplicada para:
1. Processamento e trabalho
2. Manipulação de produtos a granel
3. Atividades realizadas durante a embalagem primária.
É a norma que abrange todas as atividades de manipulação de produtos soltos e expostos em Supermercados e Lojas ou empresas de atacado. Inclui também um processo de produção em uma pequena quantidade de produtos como carne congelada.
Os requisitos desta norma são os mesmos como IFS Food, mas além de orientação ela descreve como lidar com exigências específicas dos Supermercados e Lojas ou empresas de atacado.
É a norma para garantir a segurança dos produtos, reduzir custos e assegurar a transparência sobre toda a cadeia produtiva do agregado familiar e produtos para cuidados pessoais.
É uma norma aplicável aos produtos alimentares e não-alimentos e abrange todas as atividades logísticas, tais como carga, descarga e transporte. A norma pode ser aplicada a todos os tipos de transporte, veículos pesados de mercadorias, trens, navios, aviões e todos os outros tipos de transporte (temperatura controlada ou em temperatura ambiente).
É uma norma que deve ser aplicada a todas as empresas que lidam principalmente com o comércio intermediário ou seja, que possuem uma cadeia de fornecedores de quem compram e repassam estas mercadorias para seus clientes porem sem ter um contato direto com os produtos. Ou seja, intermediam o fornecimento.
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